quarta-feira, 23 de setembro de 2009

OFICINA 6 - 26/08/09

TEXTOS COM PALAVRAS DESCONHECIDAS

POR FAVOR, ENTENDAM-ME!

HUMMMMMMMMMMMMMM!
Lembro muito bem
Daquela tarde também,
Quando soprava o Minuano
Entortando o muxuango.
O vento entrava sibilino
Por aquela porta aberta
Que provocava uma apoplexia geral.
A cidade estava hermeneuta na questão,
Mas a população
Tomada por uma certa defenestração
Estava no ponto de cometer um uxoricídio coletivo,
Pois o vento sibilante, sibilino, silibado
Provocava um perfunctório
No oratório.
O chefe apavorado,
Vituperado e ignóbil
Tentava acalmar o povo com suas falácias.

Professora Edelci

O MISTÉRIO DO UXORICÍDIO

Estava João, muxuango pela Ria 25 de Março, quando avistou um hermeneuta que ficou vituperado ao avistar a péssima aparência do amigo. Então João disse ao amigo que isso tudo é por causa da mulher que está fazendo uma defenestração com o seu bolso, gastando todo o seu dinheiro no Perfunctório.
O amigo aconselha João a vigiar a mulher, para ter certeza de que ela não esteja o traindo com outro homem.
Ao chegar em casa João comete a falácia de precipitar-se e vai logo agredindo a mulher que por sua vez pega uma faca para defender-se. Os dois faqueiam-se e morrem sobre a cama.
Dias após o crime o delegado da cidade sem entender o ignóbil motivo do sibilino uxoricídio ocorrido entre aquele casal, que aparentemente, sempre foram felizes, deu o seu parecer. Diante dos aspectos analisados no processo de investigação, fica concluído que o casal foi vítima de uma apoplexia tremenda, ocasionando o uxoricído.

Jocieli R. Berghahn

A FAMÍLIA DO HERMENEUTA

Era uma vez um menino hermeneuta que gostava de ser ignóbil. Por causa disso seu pai vituperado aplicou-lhe um perfunctório que o deixou muxuango.
Sua mãe aborrecida queria que seu filho parasse de sofrer, então contratou um sibilino para que ajudasse a socorrer seu pobre filho.
O triste menino apresentava um comportamento estranho, a apoplexia, comportamento este que deixava a sua falácia falar mais alto.
Para complicar a história a defenestração entrou na vida daquele menino que o deixou uxoricídio.

Professora Sirlei

O HERMENEUTA

Residia em uma pequena cidade um hermeneuta vituperado que muito queria fazer para melhorar sua imagem frente ao ignóbil vizinho.
Preocupado com a defenestração perfunctória que estava tomando o rumo dos comentários, apoplexiacos sobre o uxoricídio do seu filho frente aos moradores, teve a iniciativa de relatar ao muxuango a falácia em que a família se encontrava.
Sendo assim o vizinho muito sibilino, o entendeu.

Professora Ilonde

A FALÁCIA DO HERMENEUTA

Hermeneuta era um sibilino muito ignóbil. Um dia ele resolveu sair vituperado e muxuango pra ir até a casa do Sr. Uxoricídio para pedir-lhe um pouco de apoplexia emprestada, dizendo-lhe que estava sofrendo de defenestração perfunctório que lhe incomodava muito. Conseguiu o empréstimo e voltou para casa liviado e satisfeito.

Professora Ana Luísa

EVITANDO O UXORICÍDIO

O muxuango saiu ignóbil a procura da hermeneuta para evitar que ocoresse um uxoricídio, devido a falácia. Porque era sabido de todos que a defenestração foi geral e os cidadãos achavam que ela iria parar no perfunctório.
Quando o muxuango encontrou-a, estava vituperado e explicou que tudo não passava de falácia e ela ficou apoplexia, querendo saber de onde tinha surgido tal ideia.
No final das contas, todos ficaram sibilinos.

Professora Daisy

SIBILINO

Sibilino era um rapaz de uma situação vituperado, que usava apoplexia às vezes defenestração em caso de uxoricídio e hermeneuta entrava em falácia se comprometendo em tornar-se ignóbil e muxuango.
Enfim Sibilino ficando inteiramente perfunctório.

Professora Eunice

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