quarta-feira, 23 de setembro de 2009

ASSUNTO TRABALHADO NA OFICINA 5




CONHECIMENTO PRÉVIO NA LEITURA
O QUE É?
LEITURA


A leitura não pode ser concebida única e exclusivamente como um processo de decodificação. Embora haja decodificação, não é o suficiente para que a leitura se concretize.

ASSIM

A leitura não é a habilidade de decodificar palavras, mas sim de se extrair o significado, o implícito e explícito do texto escrito.

COMPREENÇÃO TEXTUAL

PRESSUPOSTOS
INFERÊNCIAS
PREMISSAS
ATIVIDADES QUE LEVEM À CRITICIDADE E À REFLEXÃO

RELAÇÃO ENTRE INTERTEXTUALIDADE E CONHECIMENTO PRÉVIO

Objetivo do autor: mostrar o “grande dilema existencial” (texto acima) que a comilona personagem Magali vive: comer ou não comer, eis a questão! A capa do gibi remete ao leitor, imediatamente, ao texto-fonte: HAMLET, de W. Shakespere: To be ou not to be, that’s the question!

O QUE É CONHECIMENTO PRÉVIO?

Para a leitura se concretizar, fazemos uso do conhecimento prévio – usamos tudo aquilo que já sabemos. Sem isso não há compreensão.

O QUE É NECESSÁRIO?


•Conhecimento linguístico – inclusive do vocabulário, das regras ortográficas.
•Conhecimento textual e de mundo


TODOS ESTES ASPECTOS DEVEM SER ATIVADOS DURANTE A LEITURA.

CONHECIMENTO INFORMAL

Todo conhecimento adquirido informalmente – com base em nossas experiências e convívio com a sociedade (a maneira como levamos a colher à boca, como adoçamos um café etc.)

DURANTE A LEITURA

A leitura implica uma atividade de procura por parte do leitor, no seu passado, das lembranças e dos conhecimentos.

DECORAR

Quando decoramos algo, sem tentar procurar um sentido global, esquecemos rapidamente aquele conteúdo.

OBJETIVOS E EXPECTATIVAS DE LEITURA

Como se deve ler um livro?

PRIMEIRO ASPECTO

A leitura deve ser independente – seguir os próprios instintos.
O que há de individual na leitura tem a ver com os objetivos e propósitos do próprio leitor.
A coerência na leitura é dada pelo conhecimento prévio.

Segundo Kleimann

Ler implica saber onde quer chegar – na escola, muitas vezes, isso não acontece.
Não há um processo único de compreensão do texto escrito; há vários, dependendo do objetivo (casa, canto, manga).
Num texto de jornal, é provável comparação com o que já se sabe; num artigo científico...

LEITURA OBRIGATÓRIA

Não é leitura.
O professor pode estimular através da proposição de um objetivo.
Antes da leitura, também é fundamental a formulação de hipóteses (haver expectativas presentes).

HIPÓTESES

Permite “adivinhar”, o conhecimento é guiado.
A hipótese formulada, muitas vezes, provoca um desvio – tira do foco.
Nesse contexto, algumas coisas conduzem à leitura – por exemplo, o título.

LEITORES INEXPERIENTES

Têm dificuldades, porque não conseguem ver a presença de elementos globais – que ajudam fazer as “conexões”.

Iniciar um texto com uma indagação pode ajudar na compreensão.

TRÊS ESTRATÉGIAS DE LEITURA

Leitura das idéias principais;
Reconhecer léxicos globais;
Embora analise, manter foco no objetivo.
A leitura checa as hipóteses, descartando e reformulando – ou ainda confirmando.

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